Tem muita coisa perambulando por aqui. E chega a ficar difícil definir o que realmente quero te escrever. Aliás, te escrevo, ou escrevo a mim? Ou então... será que isso que acontece é só uma forma de organizar? Só uma vontade enorme de organizar, todos esses pensamentos e sensações que agora borbulham? E quando vejo, acabo de me dar a resposta. Eu preciso mesmo é dessa inquietude pra escrever. Ora, inquietude pode vir do conflito... Ora, inquietude me surge por enorme alegria. O segundo motivo é o que me traz aqui hoje. Pra esse canto meu que eu mesma me desperto de vez em quando. Essa semana coisas incríveis reacenderam, e mais que isso, muita coisa nova mostrou que pode ter brilho. E que pode brilhar muito. Novos olhares, novas propostas, novos desafios, novas inquietudes. De repente a rotina se altera, se assume um compromisso, esperanças passam pela sua mão.Tudo se renova o tempo todo... E demais mesmo, é amar muito tudo isso.
de todos eles, acho que pensei algumas boas coisas pela manhã.
Mas já faz tanto tempo pra lembrar... deixei-os no ar, pro ar. (...)
quinta-feira, 14 de março de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
"— Por que não ter memórias? Os buracos negros, eu quis dizer. Mas fiquei quieto, desejando apenas ter um disco qualquer de cítara tocando para que nesse momento pudéssemos interromper a conversa para prestar atenção num acorde qualquer entre duas cordas, mais um silêncio que um som. Sempre podíamos ouvir a chuva, seu bater compassado na vidraça. Ou acompanhar com os olhos as gotas escorrendo atrás do roxo e do amarelo. De pontos diferentes, às vezes duas gotas deslizavam juntas para encontrarem-se em outro ponto, formando uma terceira gota maior. Mas talvez ele achasse tedioso esse tipo de diversão. —Ter memórias — repeti." Caio F.
Nenhum comentário:
Postar um comentário